
Foto: Assessoria Ministério Integração
O
Deputado Ciro Nogueira (PP-PI) esteve com o ministro da Integração
Nacional, Geddel Vieira na tarde desta terça-feira (02/03) para tratar
de recursos destinados ao estado do Piauí. Ciro Nogueira tem trabalhado
intensamente para que os órgãos do poder executivo invistam em
melhorias no estado, principalmente nos setores de infraestrutura,
educação e saúde. Ele explicou que esses três itens são muito
importantes, pois constituem a base para o desenvolvimento do estado.
“Estamos
trabalhando para que sejam viabilizados e garantidos recursos para a
recuperação de estradas, pontes, prédios públicos, escolas, casas de
baixa renda e vias públicas de nosso estado”, explicou. Segundo
ele, é importante a disponibilização destes recursos para a melhoria de
vida da população piauiense, sobretudo a de baixa renda.
Tanto
para a liberação das emendas parlamentares já aprovadas, como para as
que estão sendo inseridas no orçamento deste ano, é necessária uma
aproximação maior do gestor na hora das definições e destinações pelos
ministérios e órgãos do governo.
Repasses ao Piauí
Os
repasses financeiros ao Estado do Piauí triplicaram nos últimos sete
anos, passando de R$ 1,6 bilhões, em 2003, para quase R$ 3,5 bilhões,
em 2009. O levantamento é da Superintendência de Representação do Piauí
em Brasília (Surpi), que realiza o acompanhamento de projetos e
orçamentos na capital federal.
O
relatório aponta os repasses em transferências voluntárias,
constitucionais e da Execução Orçamentária da União, sem considerar as
Operações de Crédito, que ampliariam em mais R$ 1 bilhão o valor
mencionado. O Piauí também obteve crescimento nos repasses do Orçamento
Geral da União, que passaram de exatos R$ 617.385.878,00 para R$
1.428.644.895,00, nos últimos sete anos.
O
saneamento econômico e administrativo melhorou a capacidade de
endividamento do Estado, que passou a realizar novas operações de
créditos, ampliando assim seus investimentos. Enquanto em 2003 o Estado
só conseguiu obter R$ 25,6 milhões em empréstimos (com BID, BNDES, BB,
CEF, BNB, FIDA e Banco Mundial), em 2009 as operações alcançaram R$
1,04 bilhões.
Por Franscielle Silvestre
com informações Portal AZ